O simulador de empréstimo do Garantia Celular ajuda a estimar a parcela e o custo total de um empréstimo com garantia de celular antes de você pedir uma proposta. Ele usa a tabela Price, o sistema de amortização mais comum em crédito pessoal, e serve para comparar cenários com calma, sem compartilhar dados pessoais.
Como usar o simulador de empréstimo
- Informe o valor desejado: quanto você precisa receber. Peça apenas o necessário, porque cada real a mais aumenta juros e parcela.
- Escolha o prazo em meses: na modalidade com garantia de celular, valores menores e prazos curtos são comuns. Veja o guia de valores e prazos.
- Digite a taxa de juros mensal: use a taxa que aparece na proposta. Se ainda não tiver uma, teste cenários diferentes para ver como a parcela muda.
- Analise o resultado: o simulador mostra a parcela estimada, o total pago e o total de juros.
Os valores digitados servem só para o cálculo na sua tela. O resultado é uma estimativa e não representa oferta, pré-aprovação ou garantia de crédito.
Como funciona a tabela Price
Na tabela Price, todas as parcelas têm o mesmo valor do início ao fim do contrato. O que muda é a composição de cada parcela:
- no começo, a maior parte da parcela paga juros, porque o saldo devedor é alto;
- com o tempo, a parte de juros diminui e a parte que amortiza (abate) a dívida aumenta.
A parcela é calculada pela fórmula: PMT = PV × i ÷ (1 − (1 + i)^−n), em que PV é o valor emprestado, i é a taxa de juros mensal em forma decimal e n é o número de parcelas.
Uma consequência prática: como os juros se concentram no início, quitar antecipadamente tende a gerar economia relevante. O consumidor tem direito à redução proporcional dos juros na quitação antecipada; saiba mais no guia sobre quitação antecipada e desbloqueio do celular.
CET: o número que importa na comparação
O simulador trabalha com a taxa de juros, mas o contrato real costuma ter outros custos. O Custo Efetivo Total (CET) reúne tudo o que você paga: juros, tarifas, impostos, seguros e outras despesas cobradas. As instituições devem informar o CET antes da contratação, em percentual ao mês e ao ano.
Por isso:
- duas propostas com a mesma taxa de juros podem ter CET diferentes;
- uma parcela menor pode esconder um prazo maior e um custo total mais alto;
- a forma justa de comparar é pelo CET e pelo valor total a pagar.
Se a proposta trouxer o CET mensal, você pode usá-lo no lugar da taxa de juros no simulador para ter uma estimativa mais próxima da parcela real. O guia sobre o CET do empréstimo com garantia de celular mostra onde encontrar esse dado no contrato.
IOF: o imposto da operação
O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incide sobre empréstimos para pessoa física e é composto por uma alíquota fixa e uma alíquota diária, que varia conforme o prazo. As alíquotas são definidas pelo governo federal e podem mudar; por isso, não fixamos um percentual aqui. Confira o valor de IOF informado na proposta e consulte a legislação vigente no site da Receita Federal (gov.br).
Na prática, o IOF pode ser cobrado à vista ou financiado junto com o empréstimo. Quando é financiado, entra no saldo devedor, gera juros e aparece no CET. O simulador não calcula o IOF separadamente, então a parcela real tende a ser um pouco maior que a estimada quando o imposto é incluído no financiamento.
Limites da simulação
- O resultado não inclui tarifas, seguros e IOF, a menos que você use o CET como taxa.
- Datas de pagamento e dias de carência podem alterar ligeiramente a parcela.
- A empresa pode oferecer valor, prazo ou taxa diferentes após analisar sua renda e o aparelho.
Use a simulação para decidir se a parcela cabe no seu orçamento mesmo em um mês difícil. Atrasos podem levar a multa, juros de mora e bloqueio do celular. E lembre-se: nenhuma empresa séria cobra valor antecipado para liberar empréstimo.